O cotidiano como ponto de partida
Tenho lido bastante sobre tempo e espaço, atividades propostas em todas as interdisciplinas. Essas leituras têm enriquecido o meu trabalho em sala de aula, já que as sujestões são muitas. Pude concluir, até aqui que, ao elaborar um currículo ou programar atividades, preciso ter claro, primeiramente, quais são as características intelectuais, afetivas e sociais do aluno com quem vou trabalhar. Segundo Piaget, "a partir dos sete anos a criança entra no terceiro estágio do pensamento: o da operação concreta, quando ela já é capaz de realizar uma operação até o fim e retornar ao ponto de partida." Nesse momento, portanto, o ensino deve partir das experiências da realidade mais próxima, do que é conhecido e vivenciado, para que, gradativamente, os conhecimentos se ampliem e se estabeleçam as relações necessárias entre o próximo e o distante.

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