terça-feira, 9 de junho de 2009

AUTISMO

Durante a leitura do texto "Autismo: atuais interpretações para antigas observações" de Cleonice Bosa proposto pela interdisciplina Educaçao Especial, destaquei este trecho: \"A contínua falta de compreensão do que se passa ao redor, aliada à falta de escassa oportunidade de interagir com crianças \"normais\" é que conduziria ao isolamento, criando dessa forma, um cículo vicioso\"; me chamou a atenção, vejo aí a urgência da inclusão para essas crianças com necessidades especiais. Estas devem estar em contato com outras crianças que, com certeza as ensinarão a conviver com crianças \"normais\", de maneira que não se sintam diferentes e que, ao mesmo tempo aprenderão a conviver com o autismo. \"Conviver com o autismo é criar oportunidades de troca e de espaço para os nossos saberes e ignorância\". Devemos nos desafiar, conhecer o autismo, compreender, estudar e conviver com ele. Porém, não é fácil identificá-lo; partindo da idéia de que a definição de autismo passa pela dificuldade de se colocar no ponto de vista afetivo do outro (um comprometimenyo da capacidade empa´tica, como diz Gillberg, 1990), torna-se difícil identificar quem é ou não autista, já que pertencemos a uma sociedade em que raros são os espaços na rua para cadeiras de roda, poucas são as cadeiras escolares destinadas aos "canhotos" e bibliotecas equipadas para quem não pode usar os olhos para ler.

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