terça-feira, 21 de abril de 2009

MOSAICO

Realizei com meus alunos a construção de uma mosaico sobre as diferentes raças e etnias. Senti a necessidade de dar continuidade ao assunto,pois apesar de ser um assunto bem "aceitado', algumas crianças demonstraram um certo "desapontamento" ao saberem que eram descendentes de negros, isso significa que existe preconceito entre eles. Com isso, procurarei "novos caminhos", relatos que façam com que eles descubram e aceitem que somos todos iguais e que nossa existência é consequência de nossa origem.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Epistemologias

Já havia lido o texto proposto pela interdisciplina (psicologia 2), mas os conceitos não estavam muito claros. A aula presencial de ontem foi fundamental. Realmente identificar epistemologias não é fácil, até porque algumas se diferem por pequenos detalhes, pequenas atitudes, mas que, ao analizarmos, percebemos que as crenças são bem diferentes:
- Empirismo (pedagogia diretiva): a sala de aula é silenciosa, as classes enfileiradas e afastadas umas das outras, o professor impede que haja conversas. O professor fala e o aluno escuta. O professor acredita que o conhecimento pode ser transmitido para o aluno, pois, ao nascer, a pessoa é como folha de papel em branco; só o prorfessor pode produzir o novo, então age como motivador e estimulador da aprendizagem.
-Apriorismo (pedagogia não-diretiva): o professor não investe na aprendizagem do aluno, acredita que, com o tempo, aprenderá e age apenas como facilitador e auxiliador. O aluno já traz um saber que necessta trazer à consciência.
-Interacionismo (pedagigia relacional) : O conhecimento não está nem na pessoa que aprende e nem no objeto, mas se constrói na interação desse sujeito com o objeto. O professor compreende que o aluno quando constrói algo novo, tem que problematizar, então questiona, dasafia o aluno.

domingo, 5 de abril de 2009

INCLUSÃO

Nossa, esse semestre promete!
A aula de quinta-feira (educação especial) também foi muito proveitosa e despertou muita curiosidade. Sempre que eu ouvia falar em inclusão escolar, acreditava que uma escola que atendesse as crianças com necessidades especiais, seria uma escola de inclusão. Mas a partir da aula presencial com o professor da disciplina passei a avaliar melhor. Ele esclareceu que uma escola para ser inclusiva não deve apenas aceitar essas crianças, colocando-as em salas separadas, e sim as incluindo nas turmas "normais"; talvez oportunizando então reforço em outra sala. Isso me chamou a atenção, pois acreditava que a escola que tivesse uma sala de aula para atender essas crianças, seria uma escola inclusiva e, na verdadade estaria excluindo,pois estaria mantendo essas crianças afastadas das outras.
É claro que as escolas especias têm o maior papel, pois recebem as crianças que "dão trabalho" nas outras escolas. Dificilmente uma escola regular vai oferecer tal atendimento sabendo que existe uma escola especializada. Predendo fazer uma pesquisa no município onde moro para obter mais informações. Realmente é um assunto que interessa muito.